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	<description>O site do Agronegócio!</description>
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		<title>Carne bovina</title>
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		<pubDate>Thu, 05 Apr 2012 12:23:39 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Pesquisa da ESALQ observa atributos do contra-filé de macho inteiro e fêmea de descarte armazenado a vácuo e em atmosfera modificada. Como líder mundial nas exportações de carne bovina, o Brasil busca atender a demanda crescente e a qualidade exigida pelo consumidor se adequando às exigências dos mercados nacionais e internacionais, investindo na aplicação de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Pesquisa da ESALQ observa atributos do contra-filé de macho inteiro e fêmea de descarte armazenado a vácuo e em atmosfera modificada. Como líder mundial nas exportações de carne bovina, o Brasil busca atender a demanda crescente e a qualidade exigida pelo consumidor se adequando às exigências dos mercados nacionais e internacionais, investindo na aplicação de novos padrões de</p>
<p>produção, industrialização e comercialização. Regularmente, a cadeia produtiva da carne bovina no Brasil está conformada e classificada segundo a origem dos animais, em carnes de machos castrados, machos inteiros e fêmeas de descarte. Carnes de machos castrados caracterizadas por possuírem melhores atributos de qualidade, são comumente embaladas a vácuo e destinadas ao mercado externo. Por sua vez, carnes originárias de machos inteiros e fêmeas de descarte são comercializadas no mercado interno sem diferenciação. “Contudo, este tipo de carne pode representar um produto de alta valorização nos mercados, por meio do desenvolvimento e aplicação de tecnologias que influenciem diretamente na melhoria da qualidade do produto em aspectos como a cor, maciez e estabilidade oxidativa”, lembra Priscila Robertina dos Santos, pesquisadora do Programa de Pós-graduação em Ciência e Tecnologia de Alimentos, da Escola Superior de Agricultura “Luiz de Queiroz” (USP/ESALQ).</p>
<p>Entre as tecnologias desenvolvidas e aplicadas pela indústria de carnes, principalmente na Europa e nos Estados Unidos, a embalagem em atmosfera modificada visa a manutenção da qualidade a partir da exposição do alimento a misturas de gases de composição específica, este sistema permite maior manutenção da cor, controla o desenvolvimento de microrganismos e a centralização das operações de embalagem, rotulagem e distribuição da carne fresca porcionada em bandeja pela indústria, substituindo a forma tradicional de distribuição de peças inteiras a vácuo. Sob orientação da professora Carmen Josefina Contreras Castillo, do Departamento de Agroindústria, Alimentos e Nutrição (LAN), Priscila avaliou o efeito dos sistemas de embalagens a vácuo e em atmosfera modificada sobre parâmetros de qualidade de carne de bovinos machos inteiros e fêmeas de descarte. “Pesquisas têm demonstrado a influência de sistemas de embalagem e maturação sobre o amaciamento natural da carne. No entanto, no Brasil, são limitadas as avaliações sobre atributos de qualidade de carne in natura originária de bovinos Bos indicus, sobre sistemas de embalagem a vácuo e atmosfera modificada, após períodos prolongados de estocagem”, relata Priscila.</p>
<p>Nesta pesquisa foram utilizados músculos bovinos Longissimus dorsi (contra-filé) oriundos de animais machos inteiros e fêmeas de descarte Bos indicus (com grande participação da raça Nelore), criados a pasto, com idade entre 30 e 36 meses. Após o abate convencional em um frigorífico localizado na cidade de Iturama/MG, as carcaças foram identificadas e armazenadas em câmaras frias a 7 °C por 24 horas.</p>
<p>Em seguida, no Laboratório de Qualidade e Processamento de Carnes, da ESALQ/USP os músculos foram porcionados em bifes, embalados a vácuo e em três tipos de atmosferas modificadas contendo 75%O2/25%CO2; 60%CO2/0,2%CO/39,8%N2 e 40%CO2/0,4%CO/59,6%N2 e estocados sob refrigeração a 2 °C por um período de 28 dias. Foram avaliadas características de cor, pH, oxidação lipídica e protéica, índice de fragmentação miofibrilar, colágeno total; força de cisalhamento e perda de peso por cocção. “No sentido de reduzir os problemas causados pelas misturas de gases, o uso de monóxido de carbono (CO) em baixas concentrações tem sido proposto em embalagens de carne fresca. Sua principal vantagem é a manutenção da cor vermelho brilhante nas carnes, evitar processos oxidativos e retardar a deterioração microbiana”, explica a autora do estudo.</p>
<p>Contudo, segundo a pesquisa, devido ao potencial efeito tóxico do CO, sua utilização gera controvérsias em alguns países.</p>
<p>Os resultados sugeriram que atmosferas modificadas contendo CO até concentrações de 0,4%, melhoram a estabilidade da cor de carne in natura de bovinos de ambos os sexos, durante estocagem a 2 °C por 28 dias. Menor deterioração da cor da carne foi observada em bifes embalados em atmosferas contendo 75% de O2 que no vácuo, onde a carne apresentou descoloração transitória ou irreversível para ambos os sexos. A propriedade do CO possibilita a estabilidade da cor vermelha brilhante altamente estável e atrativa em carnes frescas.</p>
<p>Os diferentes sistemas de embalagem não influenciaram no pH da carne bovina, porém foi confirmado que carne originária de bovinos machos inteiros apresenta maiores valores de pH que carne de fêmeas de descarte, sustentando a teoria de maior suscetibilidade ao estresse pré-abate do primeiro grupo. Os bifes apresentaram amaciamento gradual após maturação nos diferentes sistemas de embalagens. Sistemas de embalagem livres de oxigênio propiciaram maior maciez nas carnes quando comparadas com atmosferas contendo alto conteúdo de oxigênio.</p>
<p>A estabilidade oxidativa lipídica e protéica da carne foi drasticamente afetada pela presença de O2 na atmosfera modificada. O processo oxidativo foi observado na carne após maturação nos diferentes tipos de embalagem, porém, um processo acelerado foi favorecido pela presença do O2 em comparação às embalagens sem a presença deste gás.</p>
<p>“Embora a qualidade da carne in natura seja assunto exaustivamente estudado pelos cientistas de carne, futuras pesquisas são certamente necessárias para a compreensão de diferentes aspectos chaves que continuam sem esclarecimentos. Por ora, concluímos que sistemas de embalagem afetam diversos parâmetros de qualidade de carne, porém é necessária a compressão dos mecanismos bioquímicos específicos ligados às alterações no produto, permitindo projetar estratégias e tecnologias mais eficazes na conservação dos atributos desejáveis ao consumidor”, conclui a pesquisadora. líder mundial nas exportações de carne bovina</p>
<p>agrolink</p>
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		<title>Confinamento</title>
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		<pubDate>Thu, 05 Apr 2012 12:17:57 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Informativo rural]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado]]></category>
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		<description><![CDATA[O cenário para confinamento bovino para esse ano ainda é incerto, na opinião do setor da pecuária em Mato Grosso. De acordo com os produtores, o preço pago hoje pela a arroba do boi confinado não é animador. Porém, o setor ainda tem dois meses para tomar uma decisão referente à prática, pode ser que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O cenário para confinamento bovino para esse ano ainda é incerto, na opinião do setor da pecuária em Mato Grosso. De acordo com os produtores, o preço pago hoje pela a arroba do boi confinado não é animador. Porém, o setor ainda tem dois meses para tomar uma decisão referente à prática, pode ser que esse cenário mude. </p>
<p>A Associação Nacional dos Confinadores (Assocon) argumenta que para o confinamento em todo o país é esperado um aumento de 15% no panorama nacional. Contudo, no cenário regional, os aumentos dos custos da produção &#8211; como a alta do preço do boi magro e o menor preço pago à arroba do boi gordo &#8211; prejudicam a valorização da atividade.</p>
<p>Em 2011 o pecuarista mato-grossense confinou 763,94 mil bovinos. O volume representa aumento de 29% sobre o desempenho de 2010, quando foram terminados a cocho 592,83 mil animais. Todavia se comparado aos 117,87 mil animais de 2005, o avanço é de 548%. As informações fazem parte do 3º Levantamento de Confinamento em Mato Grosso do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea).</p>
<p>De acordo com o superintendente da Associação dos Criadores de Mato Grosso (Acrimat), Luciano Vacari, o cenário esse ano no Estado vai depender das conjunturas econômicas e políticas públicas que incentivarem a atividade. Segundo ele, Mato Grosso tem todas as condições de se tornar o maior confinador de gado do Brasil. “Isso em médio prazo, já que temos o maior rebanho comercial e também somos o maior produtor de grãos”. Porém, Vacari lembra que o confinamento é um negócio rentável, portanto é necessário pesar o custo da engorda e valor que será vendido. “Por enquanto não há vantagem”, explica.</p>
<p>PROBLEMAS</p>
<p>Os principais motivos para esse cenário de incertezas segundo alguns produtores, é o valor pago pela arroba do boi que continua baixa, e a falta de frigoríficos no Estado. De acordo com o produtor de Pontes e Lacerda, Luciomar Machado, o confinamento não fará parte de seus planos esse ano.  Segundo ele, o custo do grão em relação a arroba não tem animado o setor. Outro problema, de acordo com o pecuarista, são os frigoríficos que compram dos produtores, pois uma parcelas deles tem seu próprio confinamento, o que acaba desvalorizando o boi confinado do produtor. “Você fica preso ao mercado, uma vez que aqui no Estado ele ainda é restrito”, conclui. Fonte: Folha do Estado</p>
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		<title>Milho</title>
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		<pubDate>Thu, 05 Apr 2012 12:16:27 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
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		<description><![CDATA[A safra global de milho foi estimada em um recorde de 900 milhões de toneladas em 2012/13 e deverá superar a demanda pela primeira vez desde a temporada 2008/09, previu o Conselho Internacional de grãos (IGC, na sigla em inglês) nesta segunda-feira. &#8220;As perspectivas de oferta e demanda de milho estão projetadas para continuar apertadas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A safra global de milho foi estimada em um recorde de 900 milhões de toneladas em 2012/13 e deverá superar a demanda pela primeira vez desde a temporada 2008/09, previu o Conselho Internacional de grãos (IGC, na sigla em inglês) nesta segunda-feira. &#8220;As perspectivas de oferta e demanda de milho estão projetadas para continuar apertadas em 12/13, mas uma boa safra, incluindo uma</p>
<p>recuperação importante nos EUA, não deve ser totalmente absorvida pela demanda, deixando espaço para um modesto aumento dos estoques&#8221;, disse o IGC em relatório mensal.</p>
<p>Produtores norte-americanos vão plantar a maior área de milho em 75 anos, influenciados pelos bons preços da commodity, superando expectativas em meio a surpreendentes reduções nas semeaduras de soja e trigo de primavera, de acordo com um relatório do governo dos EUA divulgado na sexta-feira.</p>
<p>A previsão do IGC de consumo global de milho em 2012/13 foi estimada em 893 milhões de toneladas, alta de 3,7 por cento ante a temporada passada.</p>
<p>&#8220;Os estoques globais estão projetados para aumentar modestamente, com um aumento nos EUA mais do que compensando a queda na China e no Brasil&#8221;, disse o IGC.</p>
<p>ESTOQUES DE TRIGO RECUAM</p>
<p>O IGC projetou uma safra global de trigo 2012/13 em 681 milhões de toneladas, ligeiramente acima da previsão do mês anterior de 680 milhões, mas ainda tímida em relação à temporada anterior, com 696 milhões.</p>
<p>&#8220;As safras podem ser menores na Austrália, Cazaquistão, Marrocos e Ucrânia, mas melhores resultados são esperados na América do Norte e na Rússia&#8221;, disse o IGC.</p>
<p>O consumo global de trigo deve subir ligeiramente em 2012/13 para 683 milhões de toneladas, contra 681 milhões na temporada anterior, resultando em uma queda marginal dos estoques.<br />
&#8220;Os estoques globais devem recuar ante o pico do ano passado, mas a disponibilidade deve continuar confortável, incluindo nos grandes exportadores&#8221;, disse o IGC.</p>
<p>O IGC elevou sua previsão para as importações de grãos do Irã em 2011/12 para 7,4 milhões de toneladas, ante uma projeção anterior de 5,2 milhões, após uma onda de compras recente.</p>
<p>A revisão para cima reflete principalmente as maiores importações de trigo previstas em 3,0 milhões de toneladas, ante uma previsão anterior de 1 milhão.</p>
<p>O Irã vem comprando trigo em um ritmo frenético, ordenando grande parte de sua necessidade anual em pouco mais de um mês e pagando um prêmio em moedas que não o dólar para contornar as sanções do Ocidente e evitar distúrbios sociais. Fonte: Reuters</p>
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		<title>Soja</title>
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		<pubDate>Thu, 05 Apr 2012 12:14:17 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Segundo o Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (IMEA), 97,4% da área de soja no estado foi colhida até o final de março. Os trabalhos estão adiantados em relação à safra passada, quando neste mesmo período, a colheita atingira 92,5% da área. A área plantada de soja aumentou 10,3% nesta temporada em relação à 2010/2011, totalizando [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Segundo o Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (IMEA), 97,4% da área de soja no estado foi colhida até o final de março. Os trabalhos estão adiantados em relação à safra passada, quando neste mesmo período, a colheita atingira 92,5% da área. A área plantada de soja aumentou 10,3% nesta temporada em relação à 2010/2011, totalizando 7,07 milhões de hectares.</p>
<p>O IMEA estima uma produção de 21,95 milhões de toneladas de soja. No ano passado, foram colhidas 20,56 milhões de toneladas no estado.  Fonte: Scot Consultoria</p>
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		<title>Boi gordo</title>
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		<pubDate>Thu, 05 Apr 2012 12:11:29 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Segundo levantamento da Scot Consultoria, na última segunda-feira (2/4), em São Paulo, a referência ficou em R$95,00/@, à vista, e R$96,50/@, a prazo. A maioria das indústrias paulistas comprava matéria-prima para quinta-feira desta semana. Já os frigoríficos com programações mais confortáveis, para a semana que vem. As escalas estavam enxutas e atendiam, em média, de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Segundo levantamento da Scot Consultoria, na última segunda-feira (2/4), em São Paulo, a referência ficou em R$95,00/@, à vista, e R$96,50/@, a prazo. A maioria das indústrias paulistas comprava matéria-prima para quinta-feira desta semana. Já os frigoríficos com programações mais confortáveis, para a semana que vem. As escalas estavam enxutas e atendiam, em média, de dois a três dias.</p>
<p>A causa deste cenário é a redução na oferta de animais terminados que ocorreu nos últimos dias.</p>
<p>Em Minas Gerais, algumas indústrias alternam os dias de abate em função da dificuldade de compra. </p>
<p>No entanto, na Bahia e no Rio Grande do Sul, o volume de boiadas prontas dá margem para pressão baixista.</p>
<p>No atacado de carne com osso, os preços ficaram estáveis, com o boi casado de animais castrados cotado em 5,99/kg.  Fonte : Scot Consultoria</p>
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