Os estados do
Paraná e São
Paulo voltarão a
ser habilitados
a exportar carne
bovina in natura
para os países
da União
Européia. O
anúncio foi
comunicado à
Secretaria de
Defesa
Agropecuária, do
Ministério da
Agricultura,
Pecuária e
Abastecimento
(Mapa) nesta
segunda-feira
(30). A decisão
do Comitê
Veterinário
Permanente da
DG-Sanco, órgão
responsável pela
Saúde Animal
daquele bloco,
será publicada
oficialmente em
julho.
A
habilitação
é
conseqüência
do
reconhecimento
dado aos
dois estados
como áreas
livres de
febre aftosa
com
vacinação,
pela
Organização
Mundial de
Saúde Animal
(OIE), no
final de
maio.
Segundo o
secretário
de Defesa
Agropecuária,
Inácio
Kroetz, a
decisão
também é
resultado da
estreita
cooperação
entre o Mapa
e a DG-Sanco.
Segundo
Kroetz, Mato
Grosso do
Sul deve ter
o
reconhecimento
da OIE de
área livre
de febre
aftosa com
vacinação no
final de
julho. A
partir deste
reconhecimento,
o Mapa irá
requisitar
que o estado
também volte
a ser
habilitado
para
exportar
carne à
União
Européia.
A partir de
agora, a
secretaria
irá iniciar
os
procedimentos
de auditoria
em
propriedades
de criação
de bovinos
do Paraná e
São Paulo,
incluídos na
base de
dados do
Sistema de
Rastreabilidade
da Cadeia
Produtiva de
Bovinos e
Bubalinos (Sisbov).
Os
Estabelecimentos
Rurais
Aprovados no
Sisbov
(Eras) que
forem
considerados
conformes
pelas regras
do sistema
de
rastreabilidade
serão
indicados
para a União
Européia.
Estas
propriedades
serão
habilitadas
após a
publicação
da decisão
no Jornal
Oficial do
bloco
econômico.
Até então,
estavam
habilitados
a exportar
carne bovina
para o
bloco, os
estados de
Minas
Gerais,
Goiás, Rio
Grande do
Sul, Mato
Grosso,
Espírito
Santo e
Santa
Catarina.
Na semana
passada, o
Chile
anunciou o
reconhecimento
de Santa
Catarina
como livre
de febre
aftosa sem
vacinação.
Como
resultado
disso,
aquele país
irá iniciar
a importação
de carne de
aves e de
suínos do
estado
brasileiro.